terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Os 10 melhores momentos de Rachel Green



Nesta terça-feira, 11 de fevereiro, Jennifer Aniston, nossa eterna Rachel Green, comemora mais um ano de vida.

A atriz, que já fez incontáveis outros trabalhos além de “Friends”, ficou mesmo eternizada na pele da mimada, mas super gente boa, Rachel, que nos proporcionou bons momentos durante todo o seriado. Afinal de contas, não é todo dia que uma pessoal vestida de noiva entra em café em Nova York!

Então, para matar a saudade e dar boas risadas, assim como fizemos com Ross Geller, a gente selecionou alguns momentos superdivertidos da nossa patricinha favorita!

Mesmo sendo a última, ela sabe jogar futebol americano:




Se você quer conquistar um cara, nada melhor do que se vestir de líder de torcida:



Depois dessa cena, duvido que você também não tenha medo de que mexam nos seus olhos:



Ela é uma ótima cozinheira:



Ela sempre amou os animais:



O que acontece em Vegas... nem sempre fica em Vegas:



Ela fez a gente AMAR cheesecake:



Além de dar a notícia de uma gravidez, nos ensinou que a camisinha é somente 97% segura:



No final da gravidez, demonstrou toda a sua simpatia:



Assim como Seth Cohen, ela sabe fazer uma declaração:

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Confira as dez melhores apresentações do The X-Factor USA


Na última sexta-feira (07), Simon Cowel divulgou a triste notícia de que The X-Factor USA não vai ganhar mais uma temporada, e a nossa reação foi:


No comunicado, Simon explicou o motivo do cancelamento do programa, que teve audiência baixa nos Estados Unidos durante a exibição de sua terceira temporada.

“Tive momentos fantásticos ao longo dos últimos 12 anos, no The X Factor e American Idol. E além de ter a sorte de encontrar alguns talentos incríveis no programa, eu sempre fui bem recebido pelo público americano (na maioria das vezes)” (...) “No ano passado, por uma série de razões, tive que tomar a decisão de voltar para a versão britânica do The X Factor em 2014. Então, por agora, volto para o Reino Unido e quero agradecer a Fox por ser um parceiro incrível e também agradecer a todos que têm apoiado os meus programas. América, eu vou te ver em breve! “

O reality show musical teve três temporadas e contou com jurados com nomes de peso, como Britney Spears, L.A Reid, Paula Abdul, Demi Lovato, Nicole Scherzinger e Kelly Rowland.

A terceira temporada, exibida em 2013, consagrou como vencedores a dupla Alex & Sierra, que não conquistou só os Estados Unidos, mas todos que assistiram ao programa. Aliás, já pode lançar o álbum de estreia deles, estamos esperando ansiosíssimas.

Mas, voltando ao fim do programa, a gente resolveu fazer o nosso próprio top 10 de apresentações do X-Factor pra matar a saudade! É só dar o clique.

1. Alex & Sierra – Say Something (ganhadores 2013)



2. Carly Rose Soneclar – Somewher Over the Rainbow



3. Restless Road – Wake Me Up


4. Jeff Gutt – Hallelujah


5. Tate Stevens – Dead or Alive (ganhador 2012)



6. Fifth Harmony – Anything Could Happen



7. Emblem 3 – My Girl & California Gurls



8. Carlito Olivero –  La Copa de La Vida e Maria



9. Beatrice Miller – Iris



10. Rion Paige – Born This Way 



P.S: Enquanto fez parte da bancada de jurados, Britney Spears nos presenteou com inúmeras reações, que diga-se de passagem, foram hilárias.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

[Review] Season Finale “The Carrie Diaries”


Na última sexta-feira (31), foi ao ar nos Estados Unidos o season finale da segunda temporada de “The Carrie Diaries”. Para nossa tristeza, o seriado corre o risco de ser cancelado e não ganhar uma terceira temporada.

Na minha opinião, a CW (emissora responsável pela exibição as série) contribuiu muito para a possível decisão de cancelamento de “The Carrie Diaries”! E te digo o motivo: diferentemente da anterior, a atual temporada era exibida às sextas-feiras, podia até ser no horário nobre, mas a audiência teve uma queda enorme com a mudança, o que obviamente não agradou muito os produtores – rumores até davam conta de que o seriado iria ser cancelado antes mesmo da season finale.

Se você não viu nadinha dessa temporada ou anda não conseguiu conferir a segunda temporada, saiba que o texto abaixo contém spoilers.

Para quem não se recorda, a primeira temporada terminou com Carrie passando o verão na cidade, no loft de Larissa, sua chefe na Interview Magazine, com  Walt, seu BFF que é homossexual.

Nesta fase, Carrie havia passado por uma decepção, já que descobriu que seu namorado, Sebastian, havia beijado uma de suas melhores amigas, Maggie.


Nesse contexto, o seriado trouxe à tona a vida de Carrie na cidade, sua indecisão sobre perdoar ou não Sebastian; e até um novo namorado pintou na vida da escritora. Além disso, o seriado nos apresentou a jovem Samantha Jones, que na minha opinião não foi tão explorada quanto deveria.

Além disso, temas como a primeira vez, o que fazer quando se formar e a homossexualidade também foram abordados.


Claro que o relacionamento de Carrie e Sebastian ganhou destaque, entre idas e vindas, o casal consegue se estabelecer, até que no último momento Sebastian decide deixar a cidade e seguir seu sonho de se tornar um empresário de sucesso no ramo do surf e skate.

A gente também pode conferir a evolução de Carrie como escritora e o amadurecimento de sua personalidade. A pegada teen permaneceu o tempo todo, bem como os figurinos extravagantes e músicas de sucesso nos anos 1980.

Particularmente, gostaria de uma terceira temporada, porque a season finale deixou um gostinho de quero mais, onde a grande aposta seria mesmo a amizade entre Carrie e Samantha, já que Mouse, Maggie e Walt vão para a faculdade. Com isso, quem sabe, os produtores pudessem nos presentear com a aparição de Miranda e Charlote. Dessa forma, veríamos como a amizade desse quarteto começou, além de suas primeiras aventuras na Big Apple.

Agora o que nos resta é esperar e aguarda um veredicto do canal para saber qual será o futuro da jovem Carrie Bradshaw.

Se você não conseguiu ver nem a promo da season finale, é só conferir logo abaixo!

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

[Resenha] Cidades de Papel, uma ótima surpresa


Confesso que tive um pouco de receio de começar a ler mais um livro de John Green depois de ler "A Culpa é das Estrelas". Não que eu não tenha gostado da história de Hazel e Gus, mas é que, como já expliquei em outro post, fui com TANTAS expectativas à leitura, que acabei me decepcionando um pouco. Isso é, todo mundo me falava que se derretia em lágrimas durante o livro ou com o final dele e eu acabei achando-o mais engraçadinho do que triste. Mas a questão é: não me matem, eu gostei de "A Culpa é das Estrelas", só achei que ele foi superestimado.

Enfim, não sei ao certo por que decidi me arriscar a entrar na história de "Cidades de Papel". Mas, é o que eu digo, quando você não cria grandes expectativas sobre algo, aí sim ele te surpreende. E, nossa, como eu gostei de "Cidades de Papel"!

O livro é bem no estilo young adult já conhecido de John Green e conta a história do jovem Quentin Jacobsen, ou só Q, que é vizinho de Margo Roth Spiegelman. Os dois vivem em Orlando, na Flórida, e são grandes amigos desde os dois anos de idade, mas aos nove anos Margo sai pela janela de Q e os dois nunca mais se falam, apesar de continuarem morando lado a lado e estudando na mesma escola.

Na adolescência, Q é apenas mais um na escola - nem popular, nem loser -, enquanto Margo é a menina mais adorada, mais bonita e mais legal do lugar. E Quentin, óbvio, nunca deixou de lado seu amor quase platônico pela garota.

A história se passa durante o último ano da high school deles e, pra completar, conta, na maior parte do enredo, com a presença de Ben e Radar, os dois melhores amigos de Quentin. Juntos eles transformam o livro numa ótima comédia; são eles que garantem os melhores diálogos.

A turma dele está prestes a se formar, então a ansiedade para a formatura passa a tomar conta da maioria dos alunos, menos de Quentin que sempre achou isso uma babaquice. Mas, dias antes do grande dia Margo invade o quarto de Quentin e o convida para uma aventura pela cidade durante a madrugada. Depois de una noite que ficará marcada para sempre na vida de Q, Margo desaparece completamente e isso muda os planos e o comportamento de todos na escola. 

“Gostava de sentir tédio. Não queria gostar, mas gostava. E assim, o cinco de maio poderia ter sido um outro dia qualquer — até pouco antes de meia-noite, quando Margo Roth Spiegelman abriu a janela sem tela do meu quarto pela primeira vez desde que me mandara fechá-la nove anos antes.”

Enquato Ben, Radar e Q juntos garantem que o livro tenha uma boa dose de comédia, Margo cuida de tranformá-lo num mistério, que só Q pode desvendar. E, como era de se esperar, ele fica obcecado em descobrir pistas sobre o sumiço da vizinha, dando início à verdadeira aventura da história.

“Margo sempre adorou um mistério. E, com tudo o que aconteceu depois, nunca consegui deixar de pensar que ela gostasse tanto de mistérios que acabou por se tornar um.”

John Green se supera nos diálogos bem feitos, nas boas referências e na criação dos personagens. Q é o tipo de cara que você quer ter como amigo; já Margo faz você olhar para dentro, para a sua própria vida e se questionar: será que as pessoas te enxergam como você mesmo se enxerga?; será que você se encaixa no lugar em que a vida te colocou? É profundo, eu sei. Mas Margo é uma personagem profunda.

"(...) Só tenha em mente que às vezes o jeito como a gente pensa em alguém não é exatamente o jeito como essa pessoa é. (...) As pessoas são diferentes quando você sente o cheiro delas e as vê de perto, entendeu?"

Em seu canal no Youtube, John Green respondeu a algumas perguntas de pessoas que já leram "Cidades de Papel" e o resultado ficou bem legal, sem spoilers, nem nada do tipo. Além de tudo, Green responde a uma pergunta que eu mesma me fiz: "Tenho 25 anos e adorei 'Cidades de Papel', tem problema?", a resposta dele você pode conferir no vídeo.



quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

A quinta temporada de “The Vampire Diaries”


Há meses, para ser sincera desde que a nova fase da série estreou, tento fazer um texto sobre a quinta temporada de “The Vampire Diares”, mas não consigo! Juro que já comecei umas duas vezes, reescrevi, mudei e não saiu nada. Não sei o que acontece, porque adoro a série, mas tenho que admitir que nesta quinta temporada eles estão viajando, e muito, para construir a história.

Quem acompanha o seriado desde o início sabe do conflito entre Damon e Stefan e da disputa entre eles pelo amor de Elena, que começou a série namorando Stefan, virou vampira, despirocou e deu uns beijos em Damon, com que começou a quinta e atual temporada.

Desde quando Damon apareceu, sempre torci (e continuo torcendo) para que ele ficasse com Elena! Por que? Porque acho ele mais bonito que Stefan (brincadeira! Mas, sim, isso conta), mas também por ele ser mais legal que o irmão certinho, mesmo sendo o errado da história.   Caso não tenha visto ou acompanhado a temporada, o texto contém spoilers.

Meus desejos foram realizados, quando, no primeiro episódio da temporada, o casal Danlena estava junto e feliz. Mas nada é perfeito em Mystic Falls e, como era de se esperar, muitos problemas atravessaram o caminho do casal.


Mas o foco não era esse, pelo menos não na visão dos escritores. Na verdade o mundo queria saber quem era Silas (o imortal poderoso que apareceu na quarta temporada), porém, para a nossa surpresa, o bonito tinha a cara do Stefan e adivinhe? Não precisamos esperar a temporada inteira para descobrir isso e, além da rápida revelação de sua aparência, tivemos a morte do vilão logo no início da quinta fase de TVD. Assim como a libertação de Stefan do tanque que foi jogado em uma represa ao final da quarta temporada.

No final, descobrimos que sua alma gêmea é a cópia de Elena! Sim, Amara apareceu somente por dois capítulos, mas ela nos trouxe a notícia de que Stefan e Elena estão destinados a ficarem juntos e que enquanto isso não acontecer outras cópias virão ao mundo. Ou seja, Damon seria só uma distração.

Nesta quinta temporada também tivemos Tyler dando adeus a Caroline e indo para Nova Orleans atazanar a vida de Klaus em “The Originals” e pudemos conferir Katherine Pierce como mortal. Mesmo podendo morrer a qualquer momento, não deixou nem por um momento de ser a bitch de costume!


Aí você pensa: “nossa, que confusão! Não dá pra piorar”. Negativo! Os escritores logo vieram com a brilhante ideia de apresentar ao público os “Vampiros Augustine”, uma espécie que ao invés de se alimentar de humanos se alimenta de vampiros e adivinhe só? Damon era um deles e acabou sendo utilizado de ratinho de laboratório para experiências.

Pois bem, um começo um tanto conturbado, mas no episódio que foi ao ar em dezembro, antes da série entrar em recesso, o público pôde conferir Damon abandonando Elena por não se sentir bom demais para ela. Damon, querido, nããão, você é bom sim... até demais! E tivemos Katherine rolando escada abaixo e deixando a dúvida no ar: morreu ou não?


Eu respondo: por enquanto, não! Isso porque ela aparece na promo do episódio que vai ao ar nesta quinta-feira (23), nos Estados Unidos, alias, esse é o 100º episódio do seriado. Porém, acho, a não ser que ela seja um ser mais do que sobrenatural, que ela não vai sobreviver. O que é muito triste, já que acho ela um dos melhores personagens do seriado e não deveria ter tomado a cura, mesmo que enfiada pela garganta abaixo por Elena.

Mas e aí, e agora, o que vai acontecer? Eu espero que eles deem um jeito de salvar Katherine e que não separem novamente Elena e Damon; e que... sei lá, arranjem alguém para o Stefan. Aliás, ele podia ficar com Caroline, seria uma ótima opção para ambas as partes.

Não sei como os produtores vão se virar para continuar a temporada, porque parece que uma sexta está por vir e será preciso muita imaginação para dar continuidade à história; a única coisa que desejo é que o enredo não se perca, como foi com “Gossip Girl”.

Mesmo confusa e com coisas acontecendo muito rapidamente, a história é boa. Talvez só tivesse que passar por uma pequena mudança, tipo, vai que o Silas não morreu e voltará pra se vingar de todo mundo?

Enfim, estou bem curiosa com o retorno do seriado e ansiosa para saber o que está por vir! Enquanto não temos o episódio para baixar, confira a promo do episódio.



PS: A cerca de cinco dias atrás foi divulgada uma nova promo onde quem aparece??? Siiiiim, KLAUS!! Ainda mais ansiosa para esse retorno de TVD.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

[Review] Indicados ao Oscar: Clube de Compras Dallas – “Dallas Buyers Club”

A temporada de premiações já começou, e um dos filmes que vem chamando a atenção e, inclusive, está concorrendo ao Oscar de Melhor Filme é o “Dalla Buyers Club” (Clube de Compras Dallas), que traz interpretações memoráveis e dignas de prêmios (alguns já ganhos), de Jared Leto (disputa o Oscar de Ator Coadjuvante),  na pele do travesti Rayon, e de Matthew McConaughey (concorre na categoria Melhor Ator no Oscar), na pele de Ron Woodroof.

O longa, dirigido por Jean-Marc Vailée, se passa no inicio dos anos 1980, quando começou a ocorrer a epidemia da AIDS. Na época, a doença era associada a homossexualidade e uso de drogas e o FDA, órgão do governo dos Estados Unidos responsável pela liberação e testes de novos medicamentos, começava um experimento com a droga AZT. No início, o remédio se mostra como a esperança para os soropositivo, porém, com o tempo começa a ser provado que o medicamento pode complicar a doença, já que mata todas as células da vítima.

E é nesse contexto caótico que acontece a história real de Ron Woodroof, um eletricista,  canastrão, homofóbico, heterossexual, diagnosticado com AIDS e com apenas 30 dias de vida. Com a descoberta da doença, Woodroof resolve ter um propósito na vida e começa a buscar alternativas para o seu tratamento, buscando remédios que eram, até então proibidos no país.


O filme mostra ao público a história do “Clube de Compras Dallas”, que foi criado por Woodroof para os doentes, que não conseguiam ajuda do governo, terem uma opção para tentar amenizar a doença.

Durante essa jornada, Woodroof conhece Rayon, um travesti que vira seu sócio e que também possui a doença; ele passa a ser o melhor amigo de Ron e faz com ele enxergue a vida de um outro modo.

Mesmo com uma história pesada, o filme trata a doença de uma forma leve, mas sem estereótipos, e com a pitada de seriedade necessária. Jared Leto está impecável na pele de um travesti que tem carisma e bom humor na medida certa. McConaughey também merece aplausos por sua interpretação, ele está perfeito, longe daqueles personagens já conhecidos de comédias românticas. A mudança física dos dois bonitões, que aparecem praticamente irreconhecíveis por conta da magreza, ajudou bastante na composição dos personagens.


É um filme que vale a pena ver, pela história, pelas interpretações, pelo choque de saber como era o tratamento de HIV naquela época, enfim, por tudo. A minha única critica é que de uma certa forma, sem spoilers, o filme termina abruptamente, mas não deixa o público sem saber o que acontece com os personagens principais. 

O filme foi lançado nos Estados Unidos no dia 06 de dezembro de 2013 e chega ao Brasil no dia 21 de fevereiro.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Jesse Pikman e seu "YO BITCH!" renegados pelo Globo de Ouro, tsc tsc tsc


Na noite do último domingo (12), aconteceu a primeira premiação de séries e filmes do ano, o "Globo de Ouro". A essa altura do campeonato você muito provavelmente já está sabendo de cor a lista de ganhadores da noite, por isso, esse post não será necessariamente sobre isso, mas sim sobre um perdedor em específico que chamou a minha atenção e a do mundo todo.

Aaron Paul, minha gente. Como não premiar Jesse Pinkman, me fala? Como fã de Breaking Bad fiquei, obviamente, muito feliz com a estatueta dada a Bryan Cranston como melhor ator de séries dramáticas e, mais uma vez obviamente, muito satisfeita com a nomeação de Breaking Bad como melhor série. Mas, vamos combinar que tudo isso foi nada mais do que justo. Breaking Bad estava concorrendo com séries que estão em suas primeiras temporadas (com exceção de Downtown Abbey), então, terminar a história como uma estatueta que já devia ter sido ganha é no mínimo o que ela merecia. Já Bryan Cranston concorreu por diversos anos sem levar pra casa um troféu - em nenhuma premiação, diga-se de passagem -, nada mais adequado do que fechar o ciclo "blue meth" com uma condecoração como essa. Afinal, quem mais teria feito um antagonista tão perfeitamente. A mim, pelo menos, Bryan Cranston despertou um ódio incalculável; não duvido que eu pudesse dar um bom sermão no próprio ator caso o visse na rua hahahaha.

~foco~ Voltando a Jesse Pinkman. Primeiro saiba que esse não é apenas um texto de uma fã da série/personagem; Aaron Paul era realmente o favorito e, pela opinião geral da imprensa, foi uma surpresa para todos ele não levar o prêmio de melhor ator coadjuvante. Fato é que assim como Bryan, durante Breaking Bad, Aaron conseguiu despertar o melhor dos sentimentos diversos em quem assistia. Fez o viciado perfeito no início da série, mostrando todas as suas fraquezas e loucuras. E também conseguiu fazer com que o grande coração do personagem (porque era disso que se tratava Jesse: um "perdido" de grande coração) estivesse lá explícito em todas as cenas, por mais que não fosse sobre isso que a cena tratasse. 

Foi na segunda temporada que Jesse me conquistou definitivamente com um dos melhores episódios de toda a série: o 2x06 (famosos ep do caixa eletrônico), em que ele vai atrás do dinheiro roubado de Skinny Pete e quase põe tudo a perder por conta do afeto que cria por um garotinho da casa, filho de dois drogados (deixado de lado e mal cuidado pelos pais). Jesse mantém essa mesma personalidade durante toda a série, ao contrário de Mr. White que se transforma praticamente em outra pessoa ao longo da história. Tudo bem, Jesse ficava completamente louco e desorientado quando descobria alguma das traições de seu partner do crime. Mas, enfim, o que quero dizer é que Aaron Paul fez com excelência o que nem todo ator poderia fazer. Como não premiar suas interpretações geniais? Como não premiar seu "yo bitch"? 

Sem mais. Um absurdo! 

Ah, sim, pra você que vive em marte ainda não viu a lista de ganhadores do Globo de Ouro, confira:

CINEMA
Melhor filme - drama: "12 Anos de Escravidão"
Melhor atriz - drama: Cate Blanchett, "Blue Jasmine"
Melhor ator - drama: Matthew McConaughey, "Clube de Compras Dallas"
Melhor filme - comédia: "Trapaça"
Melhor atriz - comédia: Amy Adams, "Trapaça"
Melhor ator - comédia: Leonardo DiCaprio, "O Lobo de Wall Street"
Melhor animação: "Frozen - Uma Aventura Congelante"
Melhor filme estrangeiro: "A Grande Beleza" (Itália)
Melhor atriz coadjuvante: Jennifer Lawrence, "Trapaça"
Melhor ator coadjuvante: Jared Leto, "Clube de Compras Dallas"
Melhor diretor: Alfonso Cuarón, "Gravidade"
Melhor roteiro: "Ela"
Melhor trilha sonora: "Até o Fim"
Melhor canção original: "Ordinary Love", "Mandela"

TELEVISÃO
Melhor série - drama: "Breaking Bad"
Melhor atriz - drama: Robin Wright, "House of Cards"
Melhor ator - drama: Bryan Cranston, "Breaking Bad"
Melhor série - comédia: "Brooklyn 9-9"
Melhor atriz - comédia: Amy Poehler, "Parks and Recreation"
Melhor ator - comédia: Andy Samberg, "Brooklyn 9-9"
Melhor minissérie ou filme de TV: "Behind the Candelabra"
Melhor atriz de minissérie ou filme de TV: Elisabeth Moss, "Top of the Lake"
Melhor ator de minissérie ou filme de TV: Michael Douglas, "Behind the Candelabra"
Melhor atriz coadjuvante: Jacqueline Bisset, "Dancing on the Edge"
Melhor ator coadjuvante: John Voight,  "Ray Donovan"